terça-feira, 26 de junho de 2012

Então, Rosa!


Santo ão, língua bendita! dizer mais é ouvir.



Kahramana

Tradição e sofisticação... A presença moura em Lisboa, rotas 

ciganas, tuaregues vestindo Armani... gostei muito!


THE BOX - uma resenha

Minha ex-aluna do curso de magistério CEFAM Ana Paula me perguntou se assisti ao filme The box e como reagi. Acabo de fazê-lo e me sinto na obrigação de fazer o que prometi: dizer alguma coisa. Então começo por perguntar, uma vez que a mim é disso que se trata a história do filme: o quanto conhecemos a nós e aos outros? Todos têm consciência de estarmos numa nave espacial que viaja pelo cosmos chamada Terra? Que sobrevivemos a custa da vida do semelhante? O universo  talvez caiba na palma da mão de um deus? No filme, e não cansarei de repetir, toda capacidade inventiva de tramar os pontos na narrativa se justifica pela necessidade de falarmos sobre o Amor. Isso posto, vem a fabulação que segue tradição esculpida nas montanhas rochosas do leste da América. Noir, coreografado e cheio de clichês! Nunca saberemos quem controla a força dos raios que deformou o Mensageiro, quem domina as formas líquidas que transportam as almas para o castigo eterno ou para a salvação eterna. É uma história maniqueísta e se sustenta na filosofia existencialista de Jean Paul Sartre, a saber, existe uma eternidade que vislumbramos, um purgatório no qual vivemos e, o inferno, é ser conhecido por inteiro, por completo pelo outro (Entre quatro paredes, http://pt.scribd.com/doc/7165285/Jean-Paul-Sartre-Entre-Quatro-Paredes). O que faz valer a pena assistir a esse filme é a resolução final proposta: uma vez pecado a mulher se entrega e, por amor, salva não apenas o filho inocente mas propõe a esperança para toda espécie. Gostei de ver essa "pantera" numa cena dramática: a eternidade nos espera "livres ou devedores".



COMO ALFINETE EM PALHEIRO

Dizem que um cara falou demais desafiando a ordem que funcionava muito bem assegurada pelo medo e pela força da violência. Foi num tempo r...