quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Um por todos, todos por um.

Quem nunca ouviu esse brado! Emocionande por que faz a gente mais seguro, algumas circunstâncias pedem a companhia de quem possa nos proteger. Somos super homens na juventude e podemos tudo, inclusive prescindir  com orgulho a mão estendida. Mas, e não sabemos quando, onde e porque, a vida se imcumbe de nos mostrar suas intermitências revelando nossa solidão perene e a necessidade de estarmos juntos. Aqui, na foto, meu pai estende as mãos para ajudar meu tio Geraldo a se locomover pois que as dificuldades pós CVC se acumulam. Escrevo agora apenas para fazer registro da solidariedade e da
força de caráter de ambos, do irmão da minha mãe e do pai dos meus irmãos.

Enquanto as flores de Murta da calçada silenciosamente perfumam tudo ao redor repito o refrão: um por todos, todos por um!

SUMMERTIME - para Aretha Franklin

no quarto imenso dessa casa pequena minha cama vazia parece um barco tudo embaixo é o silencioso tão escuro quanto improvável terreno m...